(In)Desassossego

"
Nunca amamos alguém. Amamos, tão-somente, a ideia que fazemos de alguém. É um conceito nosso - em suma, é a nós mesmos que amamos. Isto é verdade em toda a escala do amor. (...) As relações entre uma alma e outra, através de coisas tão incertas e divergentes como as palavras comuns e os gestos que se empreendem, são matéria de estranha complexidade. No próprio acto em que nos conhecemos, nos desconhecemos. Dizem os dois 'amo-te' ou pensam-no e sentem-no por troca, e cada uma quer dizer uma ideia diferente, uma vida diferente, até, porventura, uma cor ou um aroma diferente, na soma abstracta de impressões que constitui a actividade da alma. (...)"




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Nisita disse...

Muito menos coerente serão as perguntas que me tenho feito, não obstante, esta idéia do "Mestre" já me assombrou muitas vezes a mente... O que será o amor?!