E naquele cofre ela guardou tudo. Compartimentou o que já devia estar e o que não pode ser esquecido, os sentimentos bons, os maus, os pensamentos que não interessam, as vontades e os desejos. Só deixou de fora o que realmente é agora importante. Fechou à chave e guardou-a num sítio incomum. Virou costas e deu um passo. Olhou para trás e pensou: Finalmente sosseguei. E seguiu. Um dia, não muito longe daqui, ela irá voltar e irá reabrir o cofre e libertar o que está lá dentro, para tudo se misturar outra vez. E deixar que o turbilhão a desassossegue outra vez...

1 Vizinho(s) mais amarelo(s):

Zicha disse...

diria: "quem fala assim n é gago!"...mas neste caso, como n foi falado, pode ser mais:"quem escreve assim não é maneta!"looool
Escreves tão bem k ate doi!:)