
Pedido público de desculpa...
Pedimos desculpa pelo incómodo, mas realmente lidar com indecisões, mudanças e receio do futuro, não é fácil...
Ando à procura de uma coisa cómica para dar um arzinho melhor aqui ao estaminé, mas de cómico só o programa da Teresa Guilherme e, sobre esse, tudo o que pode ser dito já é bastante explorado pela SIC, por isso eu não vou bater mais no ceguinho...
De resto, meus caros, espero por melhores dias, e mais inspiradores, e espero que vocês também esperem pelo mesmo (pelos nossos dias melhores e mais inspiradores)...
P.S- O tempo tem sido escasso, por isso a actualização do blog também tem deixado a desejar, mas como eu sei que vocês são espectadores assíduos e que cada actualização deste blog é uma refrescante lufada de ar fresco para vós, espero que compreendam e continuem a visitar-nos e a deixar comentários, (nem que seja nos post antigos!)
Cortar os pulsos, ou não? Eis a questão...
Porque só de pensar que eles vão e eu fico, dá-me vontade de chorar, e bater pé, e fazer birra, porque afinal de contas 
A TI... 2.500Km de Saudade…

Talvez...

Vi-te... Viste-me? Sorri… Sorriste? Lembrei-me… Lembraste? Solidate, apenas isso e mais nada.
"Talvez não haja razão nenhuma e toda eu seja demência, ou urgência, não sei...Talvez não sejas tu, nem seja eu, nem tenhamos nós que existir
Talvez devesse simplesmente deixar fugir o momento, em que dentro de ti navego e sonho e acordo a rir
Talvez tu não sejas mais do que tudo aquilo que a minha imaginação quis criar
E não sejas bom nem mau, não sejas forte nem fraco, não tenhas por dentro tanto além daquilo que eu vejo por fora (e que, aqui entre nós, é pouco...)
Talvez a razão não me acompanhe nesta viagem e eu percorra a estrada apenas como um louco, sem pequenas questões nem grandes respostas.
E então, poderão perguntar-me:- Mas afinal, porque gostas? Talvez eu nesse instante possa responder que é justamente esse não sei quê, que nasce não sei quando, vem não sei como e dói não sei porquê que me faz acreditar."
Luís Vaz de Camões
Adeus...
Partir é igualmente difícil.
Quem sofre mais?
Sou eu, que fico?!
Ou és tu, que vais?!
Depois de estar habituada a ti,
De te ter sempre aqui,
Ainda que nem sempre ao meu lado,
Tu vais para longe.
Para um sítio afastado.
E eu fico assim...
Aqui...
Sozinha...
Separada de ti...
Com o coração nas mãos...
Estilhaçado...
Esperando pelo dia
Em que te vou ter novamente do meu lado...




